domingo, 12 de fevereiro de 2023
ALERTA GERAL! São Luís em vigília (contra a aprovação do Plano Diretor na marra, em pleno período de carnaval!)
Diário de Bordo nº 3 [30 dias do governo Lula]
Neste Diário de Bordo, uma avaliação dos primeiros 30 dias do governo Lula, com Gilberto Maringoni (SP), Arlete Borges (UFMA) e José Luís Fevereiro (RJ). Para além das fakenews, golpe e contragolpe, confira o que Lula e seu governo acertaram e os cuidados que precisam tomar para não serem sabotados pelo bolsonarismo.
sábado, 14 de janeiro de 2023
Diário de Bordo nº 02 (Golpes e contragolpes)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2023
Diário de Bordo - EXTRA (A tentativa de golpe!)
Nesta edição extra do Diário de Bordo, a tentativa de golpe pela extrema-direita em Brasília, a reação dos movimentos populares, a ação de Flávio Dino, cassação da Deputada Mical e os 80 anos de Mundinha Araújo.
sábado, 7 de janeiro de 2023
Diário de Bordo - novo podcast do OiFranklin
Neste episódio, a
primeira semana do governo Lula, a posse, os ministros e os desafios da luta
democrática no Brasil
Acompanhe no Spotify
domingo, 1 de janeiro de 2023
domingo, 18 de dezembro de 2022
PERDEU A SÉRIE MARANHÃO NA COPA? Confira os cinco episódios aqui
Nesta postagem, estão reunidos os cinco episódios da série MARANHÃO NA COPA. Uma produção da disciplina "Produção para a mídia sonora", do curso de Comunicação da UFMA - Rádio e TV, sob responsabilidade dos professores Franklin Douglas e Sarah Fontinele.
A série teve na equipe de roteiro, locução, produção e edição os estudantes Cris Sousa, Marcos Grativol, Matheus Sousa, Sophia Lustosa, Sylmara Durans e Victor Sá.
Confira abaixo:
1958: o primeiro título
1962: o bicampeonato
1970: o tricampeonato
1994: o tetracampeonato
2002: o pentacampeonato
quinta-feira, 15 de dezembro de 2022
DESMONTE DA ASSISTÊNCIA LEVA BRAIDE AO BANCO DOS REUS
O prefeito Eduardo Braide terá que se explicar no banco dos réus da justiça.
Ações da Defensoria Pública e do Conselho Regional de Serviço Social cobram a Prefeitura de São Luís em relação à manutenção dos serviços de assistência social na cidade e as demissões ocorridas na SEMCAS, cuja titular indicada por Braide sofre denúncias de corrupção.
Em uma só canetada, Braide desmontou o sistema de assistência social, exonerando 98 servidores. Com isso, políticas sociais voltadas à população de rua, idosos, crianças e adolescentes, cadastro e a atualização dos dados do SUAS estão sem rumo na cidade!
domingo, 11 de dezembro de 2022
A perversidade que brada na prefeitura: Nem assistência, nem livro aos pobres
O prefeito Eduardo Braide demonstrou toda a insensibilidade dele aos mais pobres, esta semana.
Desmontou o sistema de assistência social, exonerando 98 servidores, colocando todos no mesmo saco da secretária indicada por ele e acusada de corrupção à frente da SEMCAS.
Com isso, as políticas sociais voltadas à população de rua, idosos, crianças e adolescentes, estão prejudicadas e a atualização do cadastro do SUAS e do Bolsa Família estão sem estrutura nos CRAS, CREAS e Conselhos tutelares.
FEIRA SEM LEITORES. Já a Feira do Livro deste ano foi um lamento só. Distante (na UFMA, onde os ônibusnão dão conta nem da demanda dos univer-sitários), a Feira atraiu poucos leitores, ainda mais numa data bastante difícil.
Não foi pior, uma vez mais, graças a livreiros e estudiosos que carregaram a Feira nas costas...
Há males que vêm para o bem...
O HEXA NÃO VEIO, MAS JÁ PENSOU BOLSONARO REPETINDO MÉDICI, NO TRI DE 1970? AO MENOS ESCAPAMOS DESSA...
No tricampeonato de 1970, o general Médici fazia festa para a seleção, decretando dois dias de feriado nacional e escondendo a realidade do país, como a tortura a presos políticos. Que só vem a público, como na foto com 40 presos liberados em troca da liberdade do embaixador alemão, sequestrado em ação das organizações ALN e VPR. A foto nas capas dos jornais do país (como no jornal O Imparcial, de 23/06/1970) foi uma das exigências dos sequestradores, para mostrar que não havia democracia no país.
Boletim Mudar é Bom - nº 39
https://linktr.ee/franklin.ma
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
NÃO ESTAVA PRONTO: CORRUPÇÃO E DESMONTE DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NA GESTÃO BRAIDE
NÃO ESTAVA PRONTO:
CORRUPÇÃO E DESMONTE DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NA GESTÃO BRAIDE
Acuado em meio a denúncias de corrupção
de sua indicada, Ana Furtado, para Secretaria Municipal da Criança e
Assistência Social (SEMCAS), o prefeito de São Luís Eduardo Braide combate o
fogo com gasolina: exonerou secretária e cerca de 100 comissionados da SEMCAS,
nivelando todo mundo como corruptos, inclusive servidores de longos serviços
prestados à Prefeitura que nada têm a ver com os desmandos da, agora,
ex-secretária de Braide.
E O QUE É PIOR: COM UMA SÓ CANETADA, BRAIDE DESMONTOU TODA A
POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA DO MUNICÍPIO.
A população mais pobre é quem paga o pato dos desmandos dos
mais ricos na gestão Braide. Estão completamente
sem direção os serviços do Cadastro Único (CadÚnico), que atualiza os dados de benefícios
como BPC e Bolsa Família e atualiza as informações do Censo Anual do SUAS, as
05 unidades de atendimento (Casas Abrigo), os 20 CRAS e 05 CREAS (Centro de
Referência da Assistência Social), 02 Centros POP e o apoio aos 10 Conselhos
Tutelares da cidade, prejudicando a população mais vulnerável como moradores de
rua, em situação de violência, idosos, crianças e adolescentes.
Todo esse desmonte da política de
assistência social exatamente no Dia da Assistência Social, quando a lei que
instituiu o SUAS (Sistema Único de Assistência Social) completa 29 anos (LOAS,
de 7/12/1993). Exoneração de servidores às vésperas do Natal. BRAIDE NÃO TEM DÓ!
APURAR TODA A CORRUPÇÃO EXISTENTE NA SEMCAS!
CPI DA SEMCAS JÁ!!
NÃO AO DESMONTE DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL!!!
Toda solidariedade a assistentes
sociais, psicólogos, pedagogos e demais servidores que nada têm a ver com esses
desvios e foram atingidos por uma decisão injusta do prefeito Braide!
São Luís (MA), 8 de
dezembro de 2022.
PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE
Diretório Municipal de São Luís
domingo, 13 de novembro de 2022
Todo apoio para Lula ter a educação como prioridade
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| Boletim Mudar é Bom - nº 37 |
A vitória de Lula nas urnas deve ser confirmada com o cumprimento de suas promessas de campanha.
Uma das mais relevantes: A PRIORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO!
O desfinanciamento da educação pública, do ensino fundamental e médio ao universitário, durante o governo Bolsonaro, prejudicou uma geração de jovens, que desistiu de continuar seus estudos após sair da escola.
Chamar a sociedade, docentes e estudantes a participar e apontar metas e prioridades para o PPA (Plano Plurianual) do governo é o primeiro passo. Retomar o financiamento, pensando ele como investimento, e não gasto social, é outro ponto importante.
Enterrar iniciativas reacionárias como o "Escola sem Partido" é, também, essencial. Com isso, gerar um ciclo de esperança e uma repactuação social que eleve a educação ao patamar de objetivo estratégico para o desenvolvimento do país.
sábado, 29 de outubro de 2022
A ELEIÇÃO DE NOSSAS VIDAS
Franklin Douglas (*)
Há uma propensão a comparar esta eleição de 2022 com a de 1989. As
imensas mobilizações deste segundo turno pela campanha petista e o clipe dos
artistas cantando a versão atual do histórico jingle “Lula lá”, então, são aproximações
quase irresistíveis entre os dois momentos.
Igualmente, equiparar 2022 a 2002 é outra predisposição que emerge. A
votação de 52 milhões de votos no primeiro turno e a liderança, em todas as
pesquisas, com vantagem acima da margem de erro, contribui muito para essa
analogia.
Mas não é nem uma coisa, nem outra!
E muito menos 2022 é uma mescla de 1989 com 2002.
Não estamos em uma eleição que resulta do acúmulo de forças das teses
progressistas e mobilizações que juntaram tão amplos contingentes e gerações, embora
eleitoralmente derrotados por Collor de Mello.
Também não estamos sob um pleito com vitória assegurada por uma aliança
operário-patrão (Lula-José Alencar), com as garantias de uma “Carta ao Povo
brasileiro”, em que a vertente socialdemocrata desenvolvimentista derrotaria a
outra, subjugada ao neoliberalismo.
A rigor, para 14% dos mais de 156 milhões de eleitores e eleitoras,
essas referências inexistem em suas memórias. São 35 milhões de jovens eleitores,
com até 24 anos de idade, que nem eram nascidos em 1989 e, em 2002, mal
engatinhavam.
ESTA É UMA ELEIÇÃO
INIGUALÁVEL!
De um lado, um campo democrata da centro-direita à extrema-esquerda,
reunindo os ícones da disputa dos últimos 28 anos, Lula e Alckmin, com o apoio
de Fernando Henrique Cardoso e José Serra, até MST e PSTU – para ficarmos nos
símbolos mais marcantes. Do outro lado, uma extrema-direita conservadora e
reacionária, que quer girar a roda da história para trás.
Mais do que uma eleição sob a preponderância das redes sociais,
trata-se de uma disputa cujas armas possibilitaram os ratos saírem dos esgotos.
O que Sebastião Jorge, em sua pesquisa sobre os pasquins dos anos 1800 no
Maranhão, identificava como impropérios e difamações entre um agrupamento
político e outro, em panfletos distribuídos à noite e madrugada pelas casas de
São Luís, saltaram, agora, para a propaganda eleitoral na televisão e no rádio,
em plena luz do dia.
Estamos frente à eleição que decidirá a formatação mais do que de nosso
Estado Democrático de Direito. Definirá as condições de vida e liberdade das
próximas gerações, dos atuais jovens de 24 anos aos seus filhos.
Estamos diante de uma terceira onda conservadora no Brasil, como alerta
o historiador Sidney Chalhoub: a primeira, no século 19, quando da abolição da
escravidão (1888). A reação foi o golpe militar na monarquia, um ano depois, 1889;
na segunda metade do século 20, a segunda onda, o golpe militar de 1964 ante a
possibilidade de ampliação dos direitos dos trabalhadores urbanos aos rurais e
as Reformas de Base de João Goulart. A terceira onda materializa-se na repulsa
aos direitos conquistados na Constituição de 1988 e na inserção de setores da
classe trabalhadora no campo das políticas públicas que possibilitem vida digna
e de oportunidades. Essa onda se iniciou com o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, e
dela emergiu um campo antidemocrático, neofascista, autoritário, anticientífico
e ideologicamente doentio.
Barrar essa onda é o nosso maior desafio nesta eleição de 2022. E,
ainda, não basta vencer o pleito, tem que ocupar as ruas para garantir o
resultado e a posse. E não somente a posse, mobilizar para enfrentar o campo da
extrema-direita que não cessará no dia 30 de outubro. Mais do que nunca, esta é
uma luta que continua.
Vencer com Lula é a condição sine qua non para assegurar a Democracia
brasileira. Com amor e esperança,
derrotar o ódio e a barbárie, este é o nosso dever nesta que é a eleição de
nossas vidas!
domingo, 29 de maio de 2022
NEM UM PASSO ATRÁS!
Franklin Douglas (*)
Proposta de Emenda Constitucional nº 206/2019 (PEC 206) quer instituir
a cobrança de mensalidades nas universidades públicas. Mais um projeto de
maldade com os setores populares, patrocinado pelos conservadores-reacionários
que não admitem pobres no ensino superior. De autoria do deputado bolsonarista
General Peternelli (SP), tem relatório favorável de outro deputado, Kim
Kataguiri (SP), do MBL, o movimento da juventude destruidora dos direitos
sociais no Brasil.
Argumentar a favor da PEC para que haja mais recursos para o custeio da
universidade é balela!
Igualmente falso que a cobrança seria somente aos que teriam condições
de pagar.
Mais cínico ainda é o argumento de que o pagamento de mensalidades
contribuiria para superar a crise de financiamento do ensino superior.
Mero ilusionismo retórico para ocultar a essência da proposta: iniciar
a liquidação da universidade gratuita e pública no país.
Darcy Ribeiro já denunciou há tempos: “A crise da educação no Brasil não
é uma crise; é um projeto!”. Querem substituir o ensino superior público pelo
pago, privatizado, aligeirado e à distância.
Tentar cobrar mensalidades nas universidades públicas não é novidade. Almejaram
no governo Collor de Mello (1990-1992). Empenharam-se novamente sob o governo Fernando
Henrique Cardoso (1995-2002). Em ambos os momentos, fomos às urnas, estudantes
e professores, e barramos esse ataque à universidade pública!
No atual cenário, na ofensiva de sua agenda ideológica, neoliberais e
conservadores buscam novamente alavancar a ideia. Querem fazer a roda da
história girar para trás. Pretendem que a universidade seja lugar somente das
elites dominantes e formadora apenas de seus “doutores”. Aos demais jovens,
restando o trabalho de menor remuneração, pouca reflexão e mera força de
trabalho de reserva ao exército da mão de obra a ser utilizada pelo capital.
Um completo absurdo! Do Maranhão, apoiam a cobrança de mensalidades nas
universidades públicas deputados como Aluísio Mendes (PSC), Cleber Verde
(Republicanos), Edilázio Junior (PSD), Gastão Vieira (PT), Hildon Rocha (PMDB),
João Marcelo (PMDB), Pastor Gil (PL) e Pedro Lucas Fernandes (União).
A iniciativa precisa de 171 deputados apoiando para que siga na
tramitação. Tinha 177 subscrevendo-a. Oito deputados retiraram suas
assinaturas: 02 do PT, 02 do PDT, 01 do PCdoB e 01 do PSB (inacreditável que
tenham assinado...); 01 do PP e 01 do Patriotas. O que levaria à
inadmissibilidade da PEC, visto não ter o número mínimo de apoio. Mas a
proposta segue viva. E recolher assinaturas para substituir as desistências é
algo fácil aos mercadores da educação.
Por isso, não dá para relaxar. É preciso mobilizar as universidades
públicas e os defensores da educação para ir às ruas contra essa proposta.
Mostrar à população as reais intenções dessa cobrança: retirar negros,
indígenas, estudantes das escolas públicas e pobres das universidades. O então
ministro da Educação do governo Jair Bolsonaro, Milton Ribeiro, já deixou claro
essa real intenção: “Universidade deve ser para poucos” (TV Brasil,
09/08/2021).
Cabe a nós mobilizarmos muitos contra esse retrocesso. Eis a posição
que todos, docentes, discentes, técnicos-administrativos e suas organizações
(DCE´s, DA´s/C.A´s, sindicatos, associações, etc), reitores e gestores das
instituições de ensino superior públicas (como UFMA, IFMA´s, UEMA, etc.)
devemos tomar.
NEM UM PASSO ATRÁS NA
DEFESA DA UNIVERSIDADE GRATUITA, PÚBLICA E DE QUALIDADE!
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Artigo publicado no jornal O Imparcial, edição de 28 e 29/05/2022, opinião, p. 4
sábado, 30 de abril de 2022
LULA SEM MEDO
| Com Lula, há espaço para travarmos essas lutas, trazendo o povo sem medo para o centro do palco dessa disputa por políticas públicas a favor da classe trabalhadora |
Franklin
Douglas (*)
O mais recente ataque do presidente Jair Bolsonaro à urna eletrônica e
ao sistema eleitoral no país explicita que temos, nestas eleições presidenciais
de 2022, três grandes desafios:
1. Ganhar as eleições do campo que representa a barbárie e a
restauração do conservadorismo reacionário de viés neofascista;
2. Garantir que o resultado das urnas dando a vitória às forças
democráticas seja respeitado;
3. Assegurar a posse do eleito pelo campo democrático-progressista, em
janeiro de 2023.
Como diria Nelson Rodrigues, é o óbvio ululante! Está tão gritante, tão
na cara, que ainda há quem não enxergue essa realidade.
Tal como Donald Trump nos Estados Unidos, país cujo sistema eleitoral é
muito mais consolidado e antigo que o brasileiro, não resta dúvida que o
bolsonarismo, derrotado nas urnas, não aceitará o resultado. Incitará sua base
orgânica a uma tentativa de golpe no processo eleitoral. Gritará que houve
fraude.
Não basta ganhar – seja no primeiro, seja no segundo turno. Tem que
ganhar e estar pronto para mobilizar a população para que defenda o resultado e
a posse do eleito. Após as urnas, será preciso estarmos prontos para irmos às
ruas em defesa da eleição e da posse daquele que vier a vencer o neofascismo.
Será uma das mais importantes lutas das classes em movimento no Brasil
contemporâneo.
Como nos ensinou um dos mais importantes sociólogos brasileiros,
Francisco de Oliveira, o que temos de democracia no Brasil foi arrancado e
conquistado pelas classes populares. Numa sociedade cuja República nasce de um
golpe conduzido por militares e que passou por 21 anos de ditadura
civil-empresário-militar (1964-1985), o ano de 2022 será a nova batalha pela
consolidação da democracia neste país.
Frente a esse cenário, não há o que titubear. Hesitar em identificar
quem tem força, base eleitoral e capacidade de articulação para liderar a
retomada do mínimo Estado Democrático de Direito, com respeito a suas
instituições e poderes constituídos, significa cometer o mesmo erro dos que
subestimaram o lavajatismo e o golpe parlamentar-judiciário-midiático de 2016.
Para buscar retomar os direitos que foram desmontados e tirados do povo
brasileiro com a reforma trabalhista e demais ataques aos direitos sociais, não
há que ter dúvida: é preciso primeiro superar esses três obstáculos (ganhar a
eleição, garantir a vitória e a assegurar a posse). E, sem dúvida, só Lula
reúne as condições objetivas e subjetivas para buscarmos reconstruir o estado
social no Brasil.
O apoio a Lula não é cheque em branco.
O voto em Lula, mesmo com Alckmin, não significa alinhamento aos
setores conservadores que se reaproximam dele.
Ir com Lula já é para garantir as mínimas condições de combate democrático
por outra agenda para o país: de retomada do emprego, de valorização dos
salários, de combate à carestia e aos preços altos, de enfrentamento à fome, de
respeito aos direitos dos povos originários, meio ambiente e luta pelos
direitos da juventudes, de mulheres, negros, LGBT´s, agricultores familiares,
os sem-terra e sem-teto.
Sem Lula na Presidência da República, estaremos diante do
aprofundamento da agenda neoliberal, conservadora e reacionária. Com Lula, há
espaço para travarmos essas lutas, trazendo o povo sem medo para o centro do palco
dessa disputa por políticas públicas a favor da classe trabalhadora.
Estão certos aqueles e aquelas que entendem que são enormes esses
desafios. Maior, contudo, tem que ser nossa disposição para a luta, com
movimentações coerentes e inteligentes.
É Lula sem medo!
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Artigo publicado no jornal O Imparcial, edição de 30/4 e 1º/05.2022, opinião, p. 5
sexta-feira, 22 de abril de 2022
BRAIDE, VALORIZE OS PROFESSORES!
Nota do PSOL/São Luís:
BRAIDE, VALORIZE OS PROFESSORES!
O Diretório
Municipal do PSOL em São Luís manifesta seu apoio irrestrito à greve dos
professores e professoras de São Luís e repudia o tratamento dado pela
administração Braide aos professores e professoras de São Luís.
Em greve pela valorização da educação, Braide, ao invés de
fazer uma negociação transparente e honesta com a categoria, utiliza dos
recursos públicos para comprar espaços de publicidade nos meios de comunicação
e mentir para a população, buscando deslegitimar e intimidar o movimento
docente.
Como bom mentiroso, BRAIDE CONTA SETE MENTIRAS À POPULAÇÃO DA
CIDADE. Ao contrário do que diz na propaganda da Prefeitura:
1. Ele não entregou
chips e tablets para os alunos;
2. Ele não reformou
todas as escolas – passou uma tinta em algumas delas;
3. Ele não retornou
com o ensino 100% presencial;
4. Ele não respeita
a Lei do Piso, nem o Plano de Cargos e Carreiras – professores seguem sem suas
promoções homologadas;
5. A categoria
aderiu à greve, diferente do que ele diz;
6. Ele é obrigado a
dar o reajuste, sim, pois ele não cumpre a Lei do Piso;
7. A Prefeitura
pode, sim, dar o aumento pleiteado!
Por todas essas mentiras, fica claro: BRAIDE NÃO VALORIZA A
EDUCAÇÃO!
ELE NÃO ESTAVA PRONTO PARA ADMINISTRAR A CIDADE PARA SUA MAIORIA!
Sua orientação é sempre governar aos grupos privilegiados da cidade.
POR TUDO ISSO,
MANIFESTAMOS NOSSO APOIO À GREVE DOS PROFESSORES E PROFESSORAS. ELES LUTAM POR
UMA MELHOR EDUCAÇÃO PARA NOSSAS CRIANÇAS!
BRAIDE, RESPEITE OS
PROFESSORES E PROFESSORAS DE SÃO LUÍS!
São Luís (MA), 22 de abril de 2022.
PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE
Diretório Municipal de São Luís
quarta-feira, 30 de março de 2022
NãoEstavaPronto
Sem ônibus.
Sem diálogo com rodoviários.
Sem reajuste de 33,24% para professores/as da rede municipal.
Sem reajuste dos servidores públicos municipais.
Sem pagamento justo e tratamento digno aos trabalhadores e trabalhadoras da limpeza pública.
Como avisamos (PSOL-PCB-UP), Braide não estava pronto
para administrar para a maioria da cidade!












