sábado, 16 de maio de 2015

Em Carta à Comunidade, Antonio Gonçalves e Marise Marçalina assumem compromissos com o desenvolvimento da UFMA




CARTA À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

Caros professores, técnicos e estudantes da UFMA,
No dia 27 de maio teremos a consulta à comunidade universitária para a escolha do reitor e vice-reitora para dirigir a UFMA pelos próximos quatro anos. Este é um momento importante e uma oportunidade para, juntos, avaliarmos a situação da nossa universidade e quais as medidas para resolvermos antigos e novos problemas, de modo a garantir que todos que aqui constroem sua vida tenham condições dignas de trabalho, ensino, pesquisa e extensão.
Consideramos que nesses últimos 12 anos a universidade brasileira se modificou. Os investimentos do Governo Federal possibilitaram a realização de concursos para a ampliação do quadro de professores e técnico-administrativos, novos cursos foram criados, ampliando a oferta de matrículas, novos prédios foram construídos e políticas afirmativas foram implementadas, garantindo que a parcela da população historicamente excluída da Universidade hoje circule pelos nossos corredores/frequente nossas salas de aula. São os filhos da classe trabalhadora, pobres, negros, com deficiência, oriundos da escola pública que hoje dão à Universidade a cara do povo brasileiro.
Entretanto, estamos em uma universidade, e a crítica é principio fundante para a produção do conhecimento e para darmos novos passos. Por isso nos perguntamos: Que tipo de expansão foi implementada pela gestão atual da ufma? Quais problemas podem ser apontados e quais os pontos que merecem ser melhorados?
Nós convidamos a comunidade universitária a fazer este debate. Consideramos que NESSE CRESCIMENTO DA UNIVERSIDADE BRASILEIRA, A UFMA FICOU PELA METADE DO CAMINHO. Basta ver a situação dos que vêm do interior – não há moradia garantida a todos, o R.U. não é suficiente (a eles e à demanda da comunidade universitária), são poucas as bolsas de permanência, e as que existem obrigam o estudante a dividir seu tempo de estudo com o trabalho; a inclusão das pessoas com deficiência ficou restrita a alguns acessos dos prédios.
Em uma gestão democrática, distante do modo autoritário de gerir a coisa pública, teríamos um amplo incentivo à participação da comunidade universitária para decidir suas prioridades, alocação de recursos, definir as condições adequadas para o trabalho de docentes e técnicos, para consultar permanentemente os estudantes sobre suas demandas imediatas. NÃO SE AVANÇA SEM DEMOCRATIZAR A GESTÃO DA UFMA!
Nossas candidaturas, com o apoio do MUDe - Movimento UFMA Democrática, apontam na direção de fazer a crítica construtiva, necessária, democrática, a fim de tornar a UFMA uma referência ainda maior na educação superior do Estado. Que cresça com sustentabilidade. Que ocupe seu lugar na estratégia pelo desenvolvimento de um Maranhão justo, livre e democrático.
Fazer a UFMA crescer com DEMOCRATIZAÇÃO de todos os seus espaços.
É para esta proposta que pedimos o seu voto. Vote não para o avanço do autoritarismo!
NENHUM PASSO ATRÁS NO DESENVOLVIMENTO DA UNIVERSIDADE. PASSOS À FRENTE POR UMA UFMA DEMOCRÁTICA, PÚBLICA, GRATUITA, DE QUALIDADE, REFERENCIADA SOCIALMENTE!
De sua opção nesta consulta eleitoral, depende a melhoria da UFMA. MUDe PARA MELHOR!

Até a vitória, com o seu voto!

ANTONIO GONÇALVES – para reitor
MARISE MARÇALINA – para vice-reitora


Em defesa do Hospital Universitário, MUDeParaMelhor!!





Para avançar a terceirização e a privatização do H.U com a EBSERH, vote nos candidatos da reitoria.

Para reintegrar o H.U à UFMA e melhorar as condições de trabalho dos técnicos do Hospital Universitário, MUDe!

Com Antônio Gonçalves -reitor e Marise Marçalina -vice

sexta-feira, 15 de maio de 2015

MUDe aqui, MUDe ali, MUDe em todo lugar: HORÁCIO ANTUNES VOTA ANTONIO GONÇALVES E MARISE, PELA PLURALIDADE E DEMOCRACIA NA UFMA!


PELA PLURALIDADE E DEMOCRACIA NA UFMA.
HORÁCIO ANTUNES VOTA ANTONIO GONÇALVES E MARISE!


A eleição de reitor e vice-reitor é um importante momento de reflexão e engajamento para nós que vivemos a Universidade Federal do Maranhão, e pela qual temos um carinho brotado da luta pela qualidade do ensino público e acreditamos no envolvimento do fazer acadêmico com as transformações da dura realidade social vivida em nosso estado.
No Brasil, forças conservadoras ameaçam direitos de trabalhadores, povos e comunidade tradicionais, grupos sociais subalternizados e, no que diz respeito mais diretamente à Universidade Pública, sobre direitos e conquistas de técnicos, professores, pesquisadores e estudantes.
Assim, hoje na UFMA, é fundamental reafirmar a necessidade de candidaturas plurais e democráticas; enraizadas nas lutas em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade; que façam avaliações permanentes do papel social e político da Universidade e orientem sua ação pelo combate ao avanço destrutivo do capital sobre as pessoas e o ambiente.
Por isso, participo do MUDe e me engajo com entusiasmo nas candidatura de Antonio Gonçalves a reitor e Marise Marçalina a vice-reitora.


Horácio Antunes de Sant’Ana Júnior - doutor em Ciências Humanas (Sociologia) pela UFRJ; professor do Departamento de Sociologia e Antropologia e dos Programas de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCSoc) e Políticas Públicas (PPGPP); coordenador do Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA).

Na residência estudantil, MUDeParaMelhor!



Para avançar na falta de assistência e apoio à residência estudantil, vote nos candidatos da reitoria.


Para termos de fato uma cidade universitária, MUDeParaMelhor, com Antonio Gonçalves-reitor e Marise Marçalina-vice.


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Por uma comunicação democrática na UFMA, MUDe!


PROPOSTAS DO MUDe PARA A COMUNICAÇÃO
Concurso público para profissionais de comunicação

Política de editais para publicação de livros e revistas pela EDUFMA

Redimensionar a ASCOM, a fim de que se tenha um politica de comunicação de todas as unidades acadêmicas, não apenas uma assessoria direta da reitoria

Democratização da Rádio Universidade para ser um espaço de mais debate da realidade maranhense e dar maior apoio ao PREMIO UNIVERSIDADE

Colocar a TV UFMA no ar

Redimensionar o portal da UFMA 

Redimensionar o orçamento da Comunicação, a fim de garantir a modernização de seus equipamentos

REVISÃO DAS NORMAS DE PROGRESSÃO DOCENTE: COMPROMISSO DE ANTONIO GONÇALVES E MARISE





REVISÃO DAS NORMAS DE PROGRESSÃO DOCENTE:
COMPROMISSO DE ANTONIO GONÇALVES E MARISE MARÇALINA COM OS PROFESSORES DA UFMA

As novas normas para progressão docente são antidemocráticas, pois não foram amplamente debatidas e porque não passaram por todos os órgãos superiores para análise.

Além disso, suas regras estão entre as que mais dificultam a progressão entre as universidades. Entre vários problemas, destaca-se que a prática da docência é desvalorizada em relação aos cargos de administração, o que é uma grande contradição, pois se trata de progressão na carreira de professor e não na carreira burocrática.

Um professor, com doutorado, que orienta dissertações de mestrado,  pode contar somente 4 (quatro) pontos por orientação, com um teto de 12 (doze) pontos em dois anos; um pró-reitor conta 15 (quinze) pontos por semestre, com um teto de 70 (setenta) pontos apenas pelo cargo. É uma regra absurda: privilegia o professor na burocracia e não no ensino. E pior, se os professores quiserem priorizar a burocracia para aumentar sua progressão, não tem cargos para todos. Um verdadeiro contra-senso para se avançar numa universidade de qualidade.

Quer avançar nessa progressão suicida da carreira docente, vote com os candidatos da reitoria.

PARA REVISAR ESSAS NORMAS DA PROGRESSÃO DOCENTE IMEDIATAMENTE, compromissos de Antonio Gonçalves-reitor e Marise-vice, MUDe!

COMPROMISSO DO MUDe COM OS TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS DA UFMA



Os Técnicos-Administrativos em Educação da UFMA passam por um completo abandono e desrespeito.

Entre os problemas, estão: carência de pessoal, o que torna o trabalho mais exaustivo e atropelado; política de incentivo à qualificação insuficiente; substituição de servidores por estudantes bolsistas, que não conseguem dar conta de todo o trabalho e acabam sendo explorados por não terem direitos trabalhistas; processo de avaliação dos servidores em descompasso com a realidade. O que resulta em aumento de trabalho, responsabilidades e conflitos com chefias.

São compromissos de Antonio Gonçalves - reitor e Marise - vice a implementação das 30 horas, o incentivo à capacitação e à qualificação, com apoio para cursarem cursos de pós-graduação.

Quer avançar com a precarização das condições de trabalho dos técnicos-administrativos, vote com os candidatos da reitoria.

Para debater esses temas no local de trabalho de cada técnico-administrativo e dialogar para melhorar as condições de trabalho de cada servidor, MUDe!


Maísa vota Antonio e Marise



MUDe aqui, MUDe ali, MUDe em todo lugar: FLÁVIO REIS VOTA ANTONIO GONÇALVES E MARISE CONTRA O AUTORITARISMO NA UFMA


PARA DERROTAR O AUTORITARISMO E O PERSONALISMO NA UFMA,
FLÁVIO REIS VOTA VOTA ANTONIO E MARISE


As candidaturas dos professores Antonio Gonçalves e Marise Marçalina, fruto da organização do Movimento UFMA Democrática, é a abertura para a construção de um caminho fora da linhagem dos mandarins da administração superior.
Com participação efetiva, pluralidade de opiniões, racionalização da gestão e comunicação institucional comprometida com a discussão aberta dos problemas, a comunidade acadêmica pode tomar as rédeas de seu futuro e derrotar a centralização autoritária e personalista, expressão maior do fosso historicamente existente entre o cotidiano das atividades fins e a direção da universidade.

Flávio Reis  - Departamento de Sociologia e Antropologia


quarta-feira, 13 de maio de 2015

CRECHE: SÓ EXISTE NO MAPA VIRTUAL DA UFMA...



Outra obra nem iniciada...

Se for iniciada, entrará para a lista das inacabadas...

Se concluída, será inutilizada. Isto porque não pode haver creche embaixo de torres de comunicação de rádio...

Mais um exemplo da falta de planejamento e gestão na UFMA.

No dia 27 de maio, MUDe essa situação, votando Antonio Gonçalves - reitor e Marise Marçalina - vice-reitora.

MUDe aqui, MUDe ali, MUDe em todo lugar! PAULA FRANCINETE E EDGAR SOUSA COM ANTONIO GONÇALVES E MARISE


PELO COMPROMISSO COM A UFMA,
ESTAMOS COM ANTONIO GONÇALVES E MARISE!


Queremos expressar nosso apoio incondicional à chapa do MUDe por acreditarmos e aplaudirmos publicamente a seriedade do compromisso que está a assumir com a comunidade da UFMA!
Estamos com Antonio Gonçalves e Marise.


Paula Franssinettiprofessora aposentada do Departamento de Psicologia, educadora, foi Pró-Reitora de Graduação.
Edgard Sousaprofessor aposentado do Departamento de Ciências Imobiliárias.



terça-feira, 12 de maio de 2015

Para a fila do R.U continuar, "avance" com os candidatos do reitor... QUER QUE MUDe O R.U? Vote Antonio Gonçalves-reitor e Marise-vice!

A realidade do R.U (Restaurante Universitário) é a prova da falta de gestão e eficiência na administração da UFMA.

Antonio Gonçalves - reitor e Marise Marçalinha - vice vão descentralizar o R.U. e acabar com essas filas imensas que tomam tanto tempo do estudante, do técnico-administrativo e dos professores da UFMA.


Assista ao vídeo do MUDe sobre o R.U, conheça as propostas de Antonio Gonçalves - reitor e Marise Marçalina - vice e MUDeParaMelhor!



MUDe aqui, MUDe ali, MUDe em todo lugar! OTHELINO NETO DECLARA APOIO A ANTONIO GONÇALVES-REITOR E MARISE-VICE



VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, OTHELINO NETO PREFERE MUDANÇA NA UFMA



Vice-presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Othelino Neto (PCdoB) manifestou sua preferência na eleição para a administração superior da UFMA.

Através da sua conta no twitter, Othelino escreveu: "Se eleitor da UFMA fosse, eu votaria nos professores Antônio Gonçalves e Marise". Ambos são, respectivamente, candidatos a reitor e vice-reitora pelo Movimento UFMA Democrática (MUDe), oposição ao reitor Natalino Salgado Filho.

A manifestação pública do vice-presidente da Assembleia Legislativa é mais uma demonstração da convergência de forças políticas em torno das candidaturas do MUDe, movimento crescente nos três segmentos da instituição: professores, servidores administrativos e estudantes.

O tweet de Othelino Neto ocorreu um dia após uma carta divulgada pelo professor Francisco Gonçalves em apoio às candidaturas de Antônio Gonçalves e Marise Marçalina.

Secretário de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves é um dos principais quadros do governo Flávio Dino (PCdoB).

Os posicionamentos de Francisco e Othelino, dois expoentes da base governista, refletem que não há imposição do Palácio dos Leões para apoio às candidaturas de Nair Portela (reitora) e Fernando Carvalho (vice), nomes indicados pelo reitor Natalino Salgado Filho. 

Nair é irmã do secretário de Segurança Pública Jeferson Portela, filiado ao PCdoB.



MUDe agradace manifestação de apoio:
CANDIDATURAS DA MUDANÇA CRESCEM


MUDe aqui, MUDe ali, MUDe em todo lugar! CLÁUDIA DURANS VOTA ANTONIO GONÇALVES-REITOR E MARISE-VICE


CLÁUDIA DURANS VOTA ANTONIO E MARISE:
A UFMA MERECE GESTORES COMPROMETIDOS COM A DEMOCRACIA, A PLURALIDADE E A MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO


Desde que entrei na UFMA, em 1992, tenho me dedicado à luta em defesa da Universidade Pública Gratuita, de Qualidade, laica e comprometida com a maioria do povo que sofre.
Vejo em Antônio Gonçalves e Marise Marçalina defensores dessa concepção de Universidade e, em muitos momentos, estivemos ombreados nessa luta.

Penso que a UFMA merece gestores que propiciem a democracia, a pluralidade, a melhoria efetiva das condições de trabalho, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, assistência estudantil; que tenham compromisso com a resolução dos grandes problemas enfrentados pelo Maranhão, em favor dos mais empobrecidos.

Tenho confiança de que, eleitos, estarão comprometidos com a comunidade acadêmica e não com os que querem destruir a Universidade Pública. Neste sentido, conclamo a comunidade acadêmica a votar e fazer a campanha pela mudança da UFMA.



Cláudia Durans doutora em Serviço Social, professora do Departamento de Serviço Social (DESES).

domingo, 10 de maio de 2015

UFRJ x UFMA: QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA COINCIDÊNCIA...



Trechos da entrevista de Roberto Leher, eleito reitor da UFRJ com a maior participação estudantil da história da UFRJ

              ***  RECURSOS FINANCEIROS ***
Entre 2007 e 2014, tivemos um aumento de 55% no número de alunos da UFRJ. Mas hoje nós temos metade da verba de custeio: em 2011, era R$ 230 milhões para manutenção e pagávamos 870 terceirizados. Hoje, são R$ 301 milhões para 5 mil terceirizados. Em 2014, não houve verba para investimento.


              ***  SEGURANÇA NO CAMPUS ***    
Nossos alunos do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCS) saem do Centro apavorados, por exemplo. Os seguranças precisam conhecer a realidade das pessoas, e precisamos de um corpo de vigilantes próprio da universidade.


            ***  ELEIÇÃO COM PARTICIPAÇÃO HISTÓRICA DOS ESTUDANTES ***
A nossa mensagem foi capaz de encantar e estimular uma parcela muito grande da universidade. Temos muito orgulho de termos tido quase 10 mil votos de estudantes, foi a maior participação estudantil da história da UFRJ.


            ***  A EXPANSÃO UNIVERSITÁRIA ***
vamos mudar o perfil do estudante, ótimo! Mas vamos dar condições para eles estudarem, se não é falsa expansão. Ele entra e a universidade fala, “olha, só fica aqui se tiver dinheiro”. Assim não dá. Houve falhas no planejamento, sem falar nas questões acadêmicas.


            ***  O PAPEL DE UM REITOR DE ESQUERDA ***
Sou uma pessoa que tem formação de esquerda, no campo marxista, e historicamente a esquerda sempre foi muito generosa no campo da ciência. Einstein, Freud... São formuladores. Serei um reitor preocupado com a autonomia da ciência dentro da universidade, sem perspectiva partidária. Quem faz a afirmação de que a universidade é usada para doutrinar não tem nem a menor noção de como funciona esse ambiente.


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Leia a entrevista completa no saite do Jornal O Dia, aqui.

sábado, 9 de maio de 2015

E começou o vale tudo!! MUDe denuncia: baixaria na campanha agride a Democracia

BAIXARIA NA CAMPANHA AGRIDE A DEMOCRACIA

O Movimento UFMA Democrática repudia com veemência as práticas de intolerância, desrespeito e falta de democracia que estão sendo veiculadas, principalmente pelas redes sociais, contra o candidato Sofiani Labidi.
Além de agredir o candidato, o texto apócrifo que está sendo distribuído foi colocado nos comentários de nossa página, talvez querendo nos envolver na baixaria.
Para o MUDe, o processo eleitoral é um momento de esclarecimento, de debate de propostas e ideias e de convencimento do eleitorado de quais projetos são melhores para a condução da universidade.
Nossa diferença para com todas as demais candidaturas a reitor e a vice-reitor - incluindo a de Labidi - é programática, pautada na democracia, na participação e na transparência. Agressões, dossiês, acusações sem provas não acrescentam nada ao processo e o igualam a mais torpe das políticas, a do vale tudo. As candidaturas de Antonio e Marise sintetizam o sentimento e expectativa de mudança que todos sentimos dentro da UFMA.
O MUDe aguarda, e exige, o posicionamento das demais candidaturas sobre a agressão.

Abaixo, confira como o texto foi compartilhado na página do MUDe no Facebook.


Jantar de adesão arrecada contribuições para o MUDe


As candidaturas apoiadas pelo MUDe são autofinanciadas pelos professores, técnicos e estudantes.

Ela não recebe dinheiro proveniente da corrupção que assola o país ou das grandes corporações.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Só os candidatos do MUDe no lançamento dos anais do Seminario Carajás. Já os da administração...



Só os candidatos do MUDe foram ao lançamento dos anais do Seminario Carajás. Os candidatos da administração nem deram as caras!

Pista do que pode ser uma gestão afasta dos movimentos sociais, dos interesses e do debate sobre o desenvolvimento do Maranhão.

O MUDe propõe que a UFMA seja uma universidade antenada com os anseios da sociedade. Uma Universidade ativa no debate sobre o modelo de desenvolvimento e atenta à realidade social que a cerca. MUDe!

MUDe aqui, MUDe lá, MUDe em todo lugar! Francisco Gonçalves vota Antonio e Marise



SE É PRA MUDAR O REITOR, VAMOS MUDAR A UFMA!


Na próxima eleição pra reitor, votarei no Prof. Antonio Gonçalves para reitor e na professora Marise Marçalina para vice-reitora.
Primeiro, porque a UFMA precisa mudar os rumos de sua história, marcada fortemente pelo continuísmo;
Segundo, porque a UFMA precisa de um reitor que veja no contraditório a possibilidade do diálogo e a base da liberdade de pensamento;
Terceiro, porque a UFMA precisa de um reitor que consiga articular a expansão física e institucional da universidade com o fortalecimento qualitativo do ensino, da pesquisa e da extensão;
Quarto, para que a universidade interaja audaciosamente com a realidade do Maranhão e com a superação das desigualdades. Pois, se esta eleição é pra mudar o reitor, vamos aproveitar e mudar a universidade, em quantidade e qualidade!



Francisco Gonçalves da Conceição - professor do Departamento de Comunicação Social e doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ.

MUDe aqui, MUDe lá, MUDe em todo lugar! ROBERTO LEHER ELEITO REITOR DA UFRJ

chapa20

Esquerda faz história e vence eleição para a reitoria da UFRJ. Roberto Leher foi eleito reitor!

Terminadas as apurações para a eleição para a reitoria da maior universidade federal brasileira, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mostra um resultado auspicioso: venceu a chapa 20 encabeçada pelo professores Roberto Leher (doutor em Educação e docente da Faculdade de Educação) e Denise Nascimento (doutora em Odontologia e docente do Departamento de Clinica Odontológica).
Dada a trajetória política de Roberto Leher e os compromissos programáticos estabelecidos pela chapa 20 é seguro dizer que temos uma vitória expressiva da esquerda numa instituição chave para a luta contra a privatização dos hospitais universitários e o desmantelamento do caráter público das universidades federais e estaduais.  Em outras palavras, a vitória da chapa 20 é a vitória dos que alinham na defesa de uma educação publica gratuita e de qualidade no Brasil!
Mas um aspecto fundamental nessa vitória é apontar para outras universidades públicas que passarão por eleições em 2015 que é possível derrotar os setores que estão encastelados nas reitorias apenas para agir como estafetas dos governos de plantão. 

MUDe aqui, MUDe lá, MUDe em todo lugar! Ex-reitor Fernando Ramos declara apoio a Antonio Gonçalves e Marise


PELO MELHOR PARA A UFMA,
EX-REITOR FERNANDO RAMOS VOTA EM ANTONIO E MARISE


Tenho pela Universidade Federal do Maranhão muito respeito e carinho, pois nela me formei e, posteriormente, por ela fui dignificado ao compor o seu quadro docente. Ela me proporcionou as titulações acadêmicas de mestre e doutor e me concedeu a oportunidade de poder servi-la, administrativamente, como Chefe de Departamento, Pró-Reitor e Reitor.
Por tais razões, sempre desejo o melhor para a UFMA. Neste sentido, fiquei muito feliz quando o MUDe decidiu pelas candidaturas de Antonio Gonçalves ao cargo de Reitor e Marise Marçalina ao cargo de Vice-Reitora desta Instituição nas eleições de 2015.
Não tenho dúvidas de que a nossa Universidade estará gerida por alguém capaz de conduzi-la com um olhar humanitário.  Docentes que, sendo profundos conhecedores das políticas do ensino superior, jamais perderão a capacidade de dialogar com seus pares, dentro dos departamentos e dos conselhos, sempre respeitando os princípios republicanos e os valores éticos.
Por isto, estamos juntos nesta luta, com Antonio e Marise!.



Fernando Ramos - Professora do Departamento de Departamento de Medicina, ex-reitor da UFMA



quarta-feira, 6 de maio de 2015

Da série "Obras Inacabadas na UFMA": o caso da biblioteca central, desde 2010...

Muitos recursos foram destinados pelo REUNI, programa do governo federal, para a ampliação das universidades federais. Mas poucas souberam utilizar com eficiência esses recursos. Faltou planejamento.

Eis mais outro exemplo, trazido pelo Boletim do MUDe nº 10: a situação do prédio da Biblioteca Central da UFMA: iniciada em 2010, com prazo de 18 meses de execução, nunca foi concluída.

No dia 27/5, todos os docentes, alunos e técnicos, na consulta para próxima administração da UFMA, decidirão se vamos avançar com as obras inacabadas ou se vamos democratizar a gestão, decidindo coletivamente onde e como os recursos devem ser aplicados na UFMA. MUDe!

terça-feira, 5 de maio de 2015

E mais (triste) realidade do campus de Imperatriz...

A precariedade (ou mesmo ausência) dos espaços de uso coletivo no Campus de Imperatriz. 


O Boletim do MUDe nº24 mostra a realidade do campus da UFMA na cidade.



No dia 27/5, todos os docentes, alunos e técnicos, na consulta para a próxima administração da UFMA, decidirão se vamos avançar com as obras inacabadas ou se vamos democratizar a gestão, decidindo coletivamente onde e como os recursos devem ser aplicados na UFMA. MUDe!


Por uma universidade com espaços de uso coletivo dignos e conforto aos estudantes, MUDe!


Da série "Obras Inacabadas na UFMA"... o Campus de Imperatriz

Muitos recursos foram destinados pelo REUNI, programa do governo federal, para a ampliação das universidades federais. Mas poucas souberam utilizar com eficiência esses recursos. Faltou planejamento.

Eis outro exemplo, trazido pelos Boletins do MUDe nº 13 e 17: a situação do prédio de Medicina em Imperatriz e no campus como um todo.

No dia 27/5, todos os docentes, alunos e técnicos, na consulta para a próxima administração da UFMA, decidirão se vamos avançar com as obras inacabadas ou se vamos democratizar a gestão, decidindo coletivamente onde e como os recursos devem ser aplicados na UFMA. MUDe!



segunda-feira, 4 de maio de 2015

Da série "Obras Inacabadas na UFMA", apesar dos milhões do REUNI... o Campus de Grajaú

Muitos recursos foram destinados pelo REUNI, programa do governo federal, para a ampliação das universidades federais. Mas poucas souberam utilizar com eficiência esses recursos. Faltou planejamento.

No dia 27/5, todos os docentes, alunos e técnicos, na consulta para a próxima administração da UFMA, decidirão se vamos avançar com as obras inacabadas ou se vamos democratizar a gestão, decidindo coletivamente onde e como os recursos devem ser aplicados na UFMA. MUDe!

Veja o caso do campus de Grajaú. no Boletim do MUDe nº 3, abaixo:





domingo, 3 de maio de 2015

Candidatos do MUDe se solidarizaram com professores do Paraná. Já os demais...

Através de seu Boletim, que circula via redes sociais (confira aqui), o Movimento UFMA Democrática (MUDe), registrou seu repúdio à ação da polícia e do governo de Beto Richa (PSDB) aos professores do Paraná.

O MUDe apoia os professores Antonio Gonçalves para reitor e Marise Marçalina para vice, na consulta eleitoral para escolha da próxima Administração da UFMA. A campanha será de 7 a 24 de maio e a consulta no dia 27. Todos os professores, estudantes e técnicos da UFMA votam.

Enquanto os outros candidatos silenciam, os do MUDe deixam claro sua posição em defesa dos professores. Confira abaixo.



domingo, 19 de abril de 2015

Tempo de mudança na UFMA

Franklin Douglas (*) 

Nunca uma administração chegou tão desgastada ao processo de sua sucessão. Jamais uma candidatura de oposição entrou na disputa tão organizada. A partir desta semana, com as inscrições dos candidatos à reitoria e à vice-reitoria, iniciamos um período de intenso debate sobre a Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
A gestão de Natalino Salgado chega ao fim sob evidente desmantelamento: sua imagem pública de gestor destoa completamente de sua avaliação interna entre os diversos segmentos da comunidade universitária.
Eleito e reeleito com o apoio de forças como o PSDB, a oligarquia Sarney e o PCdoB presentes na universidade, Salgado administrou a UFMA, nos últimos oito anos, com mão de ferro. Eis o principal motivo pelo qual sua sólida maioria entre os docentes desmanchou-se no ar. Seu trânsito entre Lula, Dilma, Sarney, Roseana, Flávio Dino, João Castelo, Edvaldo Holanda Júnior, de nada lhe adiantou para evitar o fim do mandato sem as suas promessas de campanha cumpridas.
A prometida expansão universitária via REUNI superlotou salas, precarizou o trabalho docente e não trouxe consigo as condições para o exercício de ensino de qualidade. Basta ir aos campi do interior do estado: galpões que parecem armazenar qualquer coisa, menos estudantes e professores de ensino superior – vá a Chapadinha, São Bernardo, Imperatriz e conclua com seus próprios olhos. Procure e encontre um estudante de Medicina em Pinheiro... À primeira chuva, os centros mais maquiados encharcam, a Residência Estudantil alaga... são obras e mais obras inacabadas, apesar de volumosos recursos.
Tudo isso e muito mais com a marca do AUTORITARISMO.
Uma gestão que, à moda do velho coronelismo do “eu quero - eu mando - eu posso”, incompreendendo a diversidade da qual se nutre o espaço universitário, de debate de opiniões distintas e mutuamente respeitadas, buscou calar qualquer voz discordante a ponto do reitor se envolver em disputas de Diretórios Acadêmicos, DCE, sindicatos de técnicos e professores e, não conseguindo vencer, criando um sindicato só para os seus. Um autoritarismo que demitiu a seu bel-prazer um professor universitário e amargou a derrota de seu ato ditatorial na justiça federal.
Essa herança maldita, um conjunto de professores, estudantes e técnicos se recusam a receber.
Nem mesmo os seus Natalino unifica: exemplos são as candidaturas dos professores Antonio Oliveira (do curso de Física, atual vice-reitor) e do professor Sofiani Labidi (do curso de Engenharia Elétrica). Embora projetos deles mesmos, suas candidaturas ganham legitimidade exatamente por também recusarem a política do “sim, senhor” a que Natalino submeteu seus aliados.
Contudo, a novidade destas eleições na UFMA é exatamente um projeto coletivo que, mais do que ter uma candidatura, apresenta uma proposta de universidade que, em qualquer cenário, já sairá vitoriosa. E por quê?
Porque se em pleitos anteriores as candidaturas da oposição isolavam-se num setor da resistência na UFMA, e, após o dia da eleição, já se desarticulavam, o que evidenciava sua pouca organicidade, nestas, um movimento pela democratização da UFMA tem muito mais fôlego! Se deixar de vencer, o Movimento UFMA Democrática (MUDe) continuará a manter a resistência contra o autoritarismo que se enraíza na universidade; se prevalecer na escolha da comunidade, o movimento manterá sua organização para implementar as propostas de democratização da UFMA.
Por isso, a candidatura do MUDe, do professor Antonio Gonçalves (do curso de Medicina) – e da professora Marise Marçalina (do curso de Pedagogia), candidata à vice-reitora – é, ao mesmo tempo, uma continuidade e um avanço em relação às candidaturas anteriores, dos docentes Sirliane Paiva, Cláudia Durans, Francisco Gonçalves, Maria Ozanira, Antonio Rafael, Raimundo Palhano e UFMA 2000.
Continua, pois é fruto da resistência que essas candidaturas anteriores demarcaram na luta pela Universidade pública, gratuita, de qualidade, referenciada socialmente.
Avança porque não se encerrará no dia da eleição a organização do movimento que a lançou. Avança por ser, mais do que nunca, um projeto coletivo e não pessoal. Avança por ter unificado, em torno do MUDe, um conjunto de forças bastante diversas (de estudantes, técnicos e docentes petistas, do PSB e do PCdoB a professores do PSOL, PSTU, PCB e pesquisadores que não são filiados a partido algum) que, juntos, decidiram não se dobrar à falta de democracia que cresce na UFMA.
Continuar o autoritarismo ou mudar para democratizar a UFMA?
Eis a questão a qual 18 mil alunos, 1.700 professores e 1.450 técnicos administrativos em educação darão resposta no dia 27 de maio, o dia da consulta à comunidade universitária sobre quem deve dirigir a UFMA pelos próximos quatro anos.
À comunidade universitária, a responsabilidade de seu voto para definir o destino da UFMA no presente.
Ao MUDe, a responsabilidade da defesa de um projeto de uma UFMA democrática, mas, ao mesmo tempo, com a leveza da poesia do mais latino-americano de nossos jornalistas e escritores defensores da utopia de um continente sem ditaduras, sem exploração, Eduardo Galeano (1940-2015):
A Utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a Utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”.

Uma eleição a reitor serve ao MUDe para isso: para manter a utopia de uma universidade democrática, plural, pública, gratuita; serve para não ficarmos parados ante o avanço do autoritarismo, do conservadorismo; serve, sobretudo, para manter acesa a utopia da luta pela Democracia – na UFMA e fora dela!

(*)  Franklin Douglas - jornalista e professor, doutorando em Políticas Públicas (UFMA), escreve ao Jornal Pequeno aos domingos, quinzenalmente. Publicado na edição de 19/04/2015, opinião.