sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Poesia de Quinta
POESIA DE QUINTA - Número 14 (Chão do Tempo)
Por Deila Maia
O projeto Poesia de Quinta de hoje homenageará ANTONIO MARTINS DE ARAUJO, um poeta maranhense, filólogo, atualmente radicado na cidade do Rio de Janeiro, e que tive a honra de conhecer, conversar pessoalmente e ainda ganhar alguns livros de sua autoria no ano passado, durante a II Feira do Livro de São Luís.
Estas poesias foram extraídas do seu livro "Chão do tempo", que eu já li e recomendo...
Qual das duas vocês preferem?
FILOSOFIA
Antônio Martins de Araújo
Antes de tudo,
tenho certeza
de que não tenho certeza
de nada.
Depois de tudo,
tenho certeza
de que só tenho certeza
do nada.
Gostei muito desta também... Neste mundo permeado de guerras e tantas outras dificuldades, uma gota de docilidade para desanuviar nosso dia.
DIÁLOGO
Antônio Martins de Araújo
- Se vês Deus no céu aberto,
e O tens no teu coração,
esmaga o mal que está perto
e auxilia teu irmão.
Neste mundo em que passamos,
só ganhamos o que demos:
mais esperança tenhamos,
mais por dentro cresceremos.
Deus habita a gota d´água
e os limites do infinito:
planta o amor, em vez da mágoa,
ergue a fé, em vez do grito.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
... E, em São Luís, mais de mil
O evento acontece de 22 a 24 de janeiro, em São Luís, capital do Maranhão, e terá como desdobramento a construção de uma instituição permanente responsável pela pesquisa, troca de experiências e produção de diversos materiais relacionados à mídia livre.
A iniciativa é resultado de vários encontros entre jornalistas e midialivristas do Brasil e do mundo que pensaram em realizar primeiramente um evento preparatório para o Fórum Social Mundial.
A cidade de São Luís foi escolhida pela localização e proximidade com a capital paraense, além de ser um atrativo natural pela sua riqueza cultural, pelo patrimônio histórico e principalmente por ser um lugar onde as mídias livres ganham muita força. E ainda, onde o embate com o braço midiático da oligarquia também é muito exemplar do monopólio da mídia exercida no País desde os tempos de Juscelino Kubitschek.
Entre os principais objetivos do Laboratório Internacional de Mídias Livres destaca-se o fortalecimento da diversidade de informações, criação de novas mídias, práticas, discursos, conceitos, políticas. O encontro reunirá midialivristas, midiativistas, comunicadores populares, comunicólogos, artistas, estudantes, produtores culturais, enfim, pessoas que acreditam na comunicação livre, no fim dos monopólios, na democratização ou socialização dos meios de comunicação, para discutir o tema mídias livres e produzir novos formatos através da experimentação e troca de idéias.
O laboratório será também um espaço para formação de midiativistas que contribuam para a democratização dos meios de comunicação e a inclusão de novos difusores. Outra proposta contemplada pelo Laboratório Internacional de Mídias Livres e que será apresentada durante o evento é a criação de um laboratório permanente de mídias livres em São Luís. O Laboratório Internacional de Mídias Livres é uma experiência pioneira no mundo e será considerado um modelo para outras experiências que poderão surgir a partir daqui.
Informações e inscrições no Laboratório, pelo saite http://www.laboratoriodemidiaslivres.org/
(Colaborou Danielle Moreira-Do Laboratório Internacional de Mídias Livres)
Em Belém, mais de 100 mil...
O Fórum Social Mundial (FSM), previsto para acontecer em Belém (PA), de 27 de janeiro a 1° de fevereiro, desponta neste 2009 como um desafio imediato para o poder público paraense contornar, entre outros graves problemas, o trânsito caótico, a falta de segurança e o deficiente sistema de transporte público. Além disso, Belém dispõe de pouco mais de 7 mil vagas na rede hoteleira e desde junho se tornou impossível fazer reservas porque a maioria dos apartamentos está destinada àqueles que os organizadores do evento consideram autoridades.
Como já existem 80 mil inscritos e a organização estima que possa chegar a mais de 100 mil pessoas na cidade durante o FSM, tanta gente terá que ser acomodada de modo improvisado em hotéis, motéis, escolas, clubes, sítios, casas de veraneio, além de hospedagem alternativa e familiar. Já existem 34,5 mil leitos reservados para organizações dos povos indígenas (3 mil), movimento negro (1,5 mil), MST e Via Campesina (2,5 mil), juventude (20 mil), Pan-Amazônia (5 mil), Teologia da Libertação (2,5 mil). A previsão de leitos na hospedagem alternativa e familiar é de 24,4 mil e de 4,1 mil na hotelaria convencional (hotéis e motéis).
A modalidade de hospedagem solidária alternativa é sem custo ou com taxa de manutenção que pode variar entre R$ 5 e R$ 10 a diária, em espaços alternativos (escolas, ginásios, clubes/alojamentos e entidades religiosas). Deveria ser solicitada por grupos de pelo menos quatro pessoas para espaços dotados de infra-estrutura básica, sendo necessário levar colchonete, roupa de cama e banho e material de higiene pessoal.
Na modalidade de hospedagem solidária familiar são disponibilizadas dependências nas residências familiares credenciadas na Região Metropolitana de Belém, mediante pagamento de uma taxa de R$ 27,50 (diária por pessoa) em quarto simples (cama, rede ou colchonete e café da manhã incluso) ou R$ 38,50 (diária por pessoa) em quarto superior (cama, ar - condicionado, banheiro privativo e café da manhã incluso).
Faltam ser disponibilizados 10 mil leitos para os visitantes, mas já foram capacitadas 3,5 mil pessoas pela Companhia Paraense de Turismo (Paratur) para recebê-los. São 88 turmas, distribuídas ao longo de três turnos do dia.
O comando da Polícia Militar do Pará informou que o esquema de segurança sofrerá muitos ajustes, mas não revela quantos policiais serão mobilizados durante o FSM. A PM não dá informações sobre o planejamento sob a alegação de que possam comprometer todo o esforço da corporação.
Segundo a Companhia de Transportes do Município de Belém, a população da cidade não terá que disputar espaço nos ônibus urbanos com os participantes do evento. Eles contarão com 40 ônibus especiais, em horário regular, para trajetos específicos para os lugares onde serão realizadas as atividades: Aeroporto/Hangar/UFPA/Ufra; Hangar/Ver-o-Peso/ Centro Hoteleiro e Mosqueiro/UFPA/Ufra.
O FSM tem como objetivo discutir a sustentabilidade no mundo globalizado. As três primeiras edições do FSM, bem como a quinta edição, aconteceram em Porto Alegre (RS), em 2001, 2002, 2003 e 2005. Em 2004, o evento mundial foi realizado pela primeira vez fora do Brasil, na Índia. Em 2006, aconteceu de maneira descentralizada em países de três continentes: Mali (África), Paquistão (Ásia) e Venezuela (Américas). Em 2007, voltou a acontecer de maneira central no Quênia (África).
Existem 2,3 mil atividades inscritas para o evento, que acontecerá nos campi das Universidades Federal do Pará (UFPA) e Federal Rural da Amazônia (UFRA). No dia 28 de janeiro de 2009, segundo dia do FSM, será realizado o Dia da Pan-Amazônia. Ele terá como tema “500 Anos de Resistência, Conquistas e Perspectivas Afro-indigena e Popular” e contará com debates, cerimônias, plenárias, testemunhos e outras formas de interação.
Será um dia inteiro dedicado à temática regional, no qual os povos e movimentos da Pan-Amazônia poderão dialogar com o mundo e articular alianças planetárias, em busca de uma outra Amazônia. A região, que abriga nove países (Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, além da Guiana Francesa), quer ser a protagonista do evento.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
unicefkids.org.br
Ecos das Lutas divulga a seus leitores/as o novo saite desenvolvido pelo Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância. Trata-se do Unicef Kids.
Recomende as suas crianças. Elas que já são mais internautas do que nós nesta blogosfera!
Foto: saite projeto criança protegida-Unicef
Está no ar o primeiro saite infantil em língua portuguesa desenvolvido pelo escritório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no Brasil, agência da ONU que tem como missão assegurar que cada criança e cada adolescente tenham seus direitos integralmente cumpridos, respeitados e protegidos. Com mais de 60 anos de atuação, o UNICEF é a maior referência mundial nos assuntos relacionados aos direitos de crianças e de adolescentes. Essa credibilidade foi construída sobre bases sólidas em todos os 191 países em que o UNICEF atua.
Dentro dessa temática, estão disponíveis jogos, desenhos para colorir, testes, vídeos, enquetes, fóruns, curiosidades e histórias. O objetivo do Unicefkids é contribuir para a garantia da Convenção sobre os Direitos da Criança em relação ao direito de informação e à liberdade de expressão.
Nesse sentido, o saite também dá espaço para que as crianças e adolescentes manifestem suas opiniões sobre os problemas que enfrentam no dia-a-dia. Acesse pelo endereço http://www.unicefkids.org.br/ (Colaborou: Déborah Ferreira-oficial de comunicação do Unicef)
Por uma Organização Mundial para o Meio Ambiente

COMO ESCAPAR DO FIM DO MUNDO - Leonardo Boff
(Envolverde/Ecoagência)
Israel x Palestina
Ricarte assume coordenação da Cáritas
Sociólogo e militante social, Ricarte também se destaca pela atuação cultural na divulgação do chorinho. Na Rádio Universidade, produz e apresenta o Programa Chorinhos e Chorões. Lucineth Machado, atual coordenadora, passa o bastão a Ricarte, após ter conseguido reerguer a instituição que passou por sérios problemas de sustentabilidade.
Ricarte: a partir de 2009, regente do Clube do Choro e da Cáritas
Boa gestão ao Ricarte e demais agentes Cáritas.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Bradesco 2000inove: mais do mesmo
Como bem aponta o texto, o Bradesco, em 2009, reafirma sua lógica de capital financeiro: o que vale é lucrar, mesmo que à custo da redução dos bancários e do sufoco dos clientes...
Foto: Ascom SEEB-MA
BANCÁRIOS PROTESTAM NO BRADESCO
Aproveitando o lema do Bradesco para este ano, os empregados do banco precisam mesmo de um 2000inove. A inovação? Muito óbvia: reconhecimento, valorização, condições dignas de trabalho e salário, e fim das costumeiras demissões.
Pelo histórico, o Bradesco é banco de recordes. Os números da lucratividade e de demissões superam-se a cada ano. Nada de inovação, tudo seguindo a triste regra que castiga o empregado pelos grandes resultados.
Sendo assim, para fechar 2008 e de 'presente' pra categoria: 3 demissões na agência Palácio dos Leões, praça Pedro II, Centro/São Luís. Ou seja, de 19 bancários que, a todo custo, já garantiam um atendimento precário aos clientes e usuários, 3 foram demitidos; piorando o atendimento à população e deixando pais de família, com 18, 19 e 22 anos de banco, desempregados.
E quanto aos recordes de lucro? Esses números parecem diretamente proporcionais às demissões: quanto mais lucro, mais demitidos. Em 2005, foram R$5,51 bilhões de lucratividade anual. Em 2006, R$6,64 bilhões. Em 2007, R$8,01 bilhões. No primeiro semestre de 2008, R$4,105 bilhões. Enquanto os lucros sobem, as demissões em 2008 somam agora 38 (especialmente do antigo BEM), segundo levantamento que considera apenas as homologações feitas no Sindicato dos Bancários do Maranhão
Apesar desses resultados, para o 'Bradesco 2000inove' o trabalhador parece descartável. A contar pela grande contribuição dos bancários – a partir do trabalho comprometido e sério com a instituição - que tem como troco: divisão desigual de lucro, cobranças por metas excessivas, doenças ocupacionais, salários defasados e demissões. Não é à toa que os números do banco se destaquem no mercado financeiro mundial.
Para levar a sério a inovação que deseja em 2009, que o Bradesco comece a dar outro exemplo. Demissão não é retribuição que o bancário mereça, considerando resultados tão vultosos garantidos pelo trabalhador. '2000inove' para o trabalhador bancário é garantia de emprego, fim das metas abusivas, respeito à manutenção da saúde e renda digna para sustento da família (Ascom-SEEB).
domingo, 4 de janeiro de 2009
O tiro certo de Tarso sobre a crise
A QUEDA do Muro de Berlim implodiu a arquitetura do marxismo vulgar, que afinal era apenas um "derivativo" de uma sociologia positivista-naturalista. A "crise do subprime" -por outro lado- constrangeu os oráculos neoliberais que juravam desprezo pelas funções públicas do Estado.
O marxismo vulgar foi responsável por uma simplificação impotente das relações entre capitalismo e democracia. O neoliberalismo, porém, identificava no próprio mercado a essência da democracia. Tornado um livro sagrado dos rebeldes da direita intelectual, o neoliberalismo acolheu no seu leito bem-remunerado tanto os profetas das agências de risco como muitos sociólogos pós-modernos missionários da antiesquerda.
O marxismo vulgar professou o "caminho único" da ditadura burocrática como uma espécie de etapa necessária para a superação do capitalismo. O neoliberalismo bastou-se a si mesmo.
Não precisava olhar para o futuro, pois a "sublimação histérica do presente", sem regulação, já era suficiente para que o mercado nos humanizasse.
Quando o sistema financeiro global derreteu, o ex-presidente do FED, Alan Greenspan, fez a sua autocrítica e classificou os dirigentes corporativos de "enganadores", pois eles deveriam ter sido mais bem comportados... Outros ficaram tão possessos que chegaram a dizer que o neoliberalismo era uma fraude conceitual. Assim, esconderam a sua paixão pelo mercado e fizeram ataques preventivos à esquerda, antes mesmo que ela falasse.
Depois da queda do muro, choveram artigos de todas as origens ideológicas. A maior parte da esquerda, expondo seus erros, suas misérias teóricas e graves erros históricos. Os vencedores, ali, aproveitaram para forçar a barra do "caminho único" e instalar uma total inversão de valores.
Tiveram amplo acolhimento da maioria dos meios de comunicação, com reflexo nos principais partidos políticos. Era o registro do fim da história como programa máximo. O que resultou de mais positivo neste período -para nós da esquerda- foi a afirmação de um novo republicanismo democrático, comprometido com fortes políticas distributivas, com o liberalismo político e os direitos humanos, desacreditando a conexão entre o socialismo e a ditadura de classe. Tratamos, assim, de reiniciar um projeto utópico, ainda balbuciante, para substituir a visão anterior, baseada numa ideia socialista fechada, optando pelo socialismo como ideia reguladora na democracia pluriclassista.
Entre 1989 e 2008, os neoliberais "lavaram a égua", como se diz no meu Rio Grande. Conseguiram criar um dicionário dinossáurico: a esquerda como símbolo do atraso, a direita identificada com a "liberdade"; o Estado como sinônimo de impedimento, a iniciativa privada como símbolo da competência; as corporações globais como refúgio da pureza e as empresas estatais como paquidermes inúteis.
O Estado, porém, é o mesmo que agora é chamado para pagar a conta do "risco", da "imprevisão" e do "mau comportamento". É o mesmo Estado que atrapalhou o desenvolvimento e o progresso e agora socorre o risco não previsto pelas agências do mesmo nome. O mesmo Estado que, em breve, refeitos os bancos, já passará a ser o mesmo inimigo de antes. Lembro um belo filme de Nanni Moretti ["Aprile"], ele mesmo diretor e ator. Moretti aparece defronte a televisão esforçando-se inutilmente para influenciar D'Alema, que debatia na telinha com Berlusconi. Moretti dizia nervoso: "Parla, D'Alema! Per carità, rispondi". O querido mestre da centro-esquerda italiana, segundo a visão de Moretti, "non rispondeva".
Por isso perderia o páreo eleitoral. Estamos aqui numa situação semelhante. No contexto neoliberal, a democracia cumpriu menos do que poderia cumprir, se estivéssemos numa globalização cooperativa. Mas a esquerda tem que falar. Fala, esquerda! Fala fora da ortodoxia pré-Muro! Caiu o Muro de Berlim das agências de risco e nós dissemos muito pouco! Ou só obviedades. Caiu o socialismo burocrático, ruiu a social-democracia, adoeceu o financeirismo neoliberal e nós estamos incrivelmente quietos. Só Lula fala. Sejamos solidários. Falemos junto com Lula.
O Maranhão que a Folha (zarolha) vê
Eliane Cantanhêde
O MARANHÃO É O BRASIL
Brasília - Nada poderia espelhar melhor a desigualdade brasileira do que o Maranhão que emergiu de três páginas diferentes da Folha na última sexta-feira.
Na pág. A2, no texto "A crise na janela", delicioso como sempre, José Sarney não fica a ver navios e sim "um solitário barco envolto na bruma de sal". É a crise a olho nu, mas Sarney trata de enaltecer São Luís como o segundo porto do Brasil, exportando 110 milhões de toneladas de minério de ferro e alumínio, além de soja, milho, babaçu.
O Maranhão também tem "a maior fábrica de alumínio do mundo, da Alcoa" e a "melhor infraestrutura do Nordeste", com estradas de ferro e "comboios imensos, milhares de operários, lavra, energia e estradas". Fantástico.
Mas esse é um Maranhão. Há outros. Você vira a página e, na A4, as notas "Fichados 1" e "Fichados 2", do Painel, informam que o Estado contribui para a nova "lista suja" de trabalho escravo com um juiz, Marcelo Baldochi, e o ex-prefeito de Santa Luzia Antonio Braide, pai de um ex-assessor do ministro maranhense Edison Lobão.
Virando mais uma página, chegamos à A6 e à reportagem sobre maranhenses que, no primeiro dia do ano, incendiaram a prefeitura, o fórum e o cartório da mesma Santa Luzia, a 300 km de São Luís e do segundo porto brasileiro. Motivo: quem ganhou a eleição para prefeito não levou. A Justiça não deixou.
Na véspera, com os salários atrasados e sem Natal, prestadores de serviço tinham invadido a casa do prefeito Zilmar Melo e a empresa de informática da família, em Tutoia (457 km da capital e do porto maravilhoso). Quebraram até os carros. O que restou, levaram.
E o Maranhão de um ex-presidente recente (1985-1990) e "da maior fábrica de alumínio do mundo" não é só lembrado por trabalho escravo e pela fúria de cidadãos, mas pelos piores desempenhos em português e em matemática. E no IDH, claro. O Maranhão é o Brasil. Ou melhor, o Brasil é o Maranhão.
Uma grande caminhada começa sempre com um primeiro passo...


4. não é chapa-branca, mas neste mundo em que vivemos firma fileiras na defesa dos governos Lula e Jackson, Chavez-Castro-Morales-Correa-Ortega-Lupo-Kirstner... prefere Obama a Bush!
5. não é para agradar a gregos e troianos, mas não haverá de endurecer perdendo a ternura... entre o socialismo ou a barbárie, junto com Maria Aragão, fica com o primeiro.


